Tem uma coisa que você faz todo dia, sem perceber, que segura tudo no lugar. O vídeo abaixo mostra qual é.
Você comprou o caderno. Escreveu a lista.
E em março ela já tinha virado a mesma lista do ano passado, com a letra mais bonita.
Não é ignorância. Você sabe exatamente o que precisa mudar. Sabe faz tempo.
E chega a noite e você fez tudo, menos aquilo.
Você orou. Jejuou. Decretou. Levou pro altar mais de uma vez.
E no fundo, numa parte que você não fala pra ninguém, ficou a pergunta: será que o problema sou eu?
Faz quanto tempo?
Três anos são mil e noventa e cinco dias.
Em cada um deles você acordou decidida. E foi dormir igual.
Ninguém nunca te mandou essa conta. Mas você pagou ela inteira.
Duas semanas você fica em pé. Na terceira, sem nenhum motivo, você já não está fazendo.
E não é preguiça. Você levantou às cinco por três semanas seguidas em outra época da sua vida. Você é capaz. Já provou.
Se não é falta de fé. Se não é falta de esforço. Se não é falta de saber o que fazer.
Então é o quê?
Tem uma resposta pra isso. E ela não está em nenhum lugar dessa lista.
Você não está dirigindo. Você está no banco do carona há anos, achando que o volante é seu.
Paulo Aguiar
Tem um efeito na física com nome e experimento.
Uma partícula muda de estado sozinha. É a natureza dela: mudar. Mas quando o cientista fica olhando pra ela sem parar, ela para. Congela no mesmo ponto.
O olhar constante trava o movimento.
Chama-se Efeito Zeno. Tem cem anos de laboratório atrás.
E passou o dia inteiro olhando o extrato.
E passou a noite remoendo a discussão.
E passou o dia se pegando no mesmo erro de sempre.
Você orou uma vez. E passou as outras dezesseis horas dizendo o contrário.
Não com a boca. Com o olho.
O que te segura não é falta de fé. Não é castigo, não é atraso. É a sua atenção parada no lugar errado. Te ensinaram a pedir. Nunca te ensinaram a sustentar.
Paulo Aguiar
"Porque, como imagina em sua alma, assim ele é."
Provérbios 23:7
A física levou dois mil e quinhentos anos pra medir o que já estava escrito.
Mudar não é querer mais. É olhar outra coisa, e não desviar.
Só que isso não se faz num dia bom. Se faz nos vinte e um.
O que você sustenta, fica. Vinte e um dias é o tempo que o cérebro leva pra parar de estranhar.
Não muda nada. Só olha qual emoção mandou no seu dia.
Pega a crença que apareceu e substitui. Com emoção, que é o que grava.
Não é mais exercício. Já não custa esforço.
De dez a quinze minutos por dia. Sem acordar mais cedo, sem largar nada.
Você acorda e a primeira coisa que passa na sua cabeça não é a lista do que você não fez ontem.
Chega uma conta e você abre sem prender a respiração.
Alguém te tira do sério e você percebe antes de reagir. Não porque você se controlou. Porque dessa vez você viu chegando.
E quando você orar, não vai ser pedindo a mesma coisa de novo. Vai ser agradecendo por uma coisa que mudou.
O Despertar. 112 páginas, 21 dias, de 10 a 15 minutos por dia.
Mil e noventa e cinco dias acordando decidida e indo dormir igual. Isso teve preço.
Você já pagou. Só nunca recebeu a fatura.
Amanhã custa a mesma coisa que hoje: um dia. A diferença é que hoje tem uma saída na sua frente.
7 dias de garantia. Não fez sentido, devolvemos tudo.
Não. Nada aqui pede pra você acreditar em outra coisa. O que a física mediu no século passado já estava escrito muito antes. Se a sua fé é o centro da sua vida, este material trabalha a favor dela.
De dez a quinze minutos por dia. Você já gastou mais que isso hoje rolando o celular.
Você tem 7 dias pra descobrir sem pagar por isso. Mas repara: "será que funciona comigo" é a pergunta que você faz há anos. Ela é o padrão, não a dúvida.
Você não precisa de mais um ano pra decidir.
Você já teve alguns.